29 de setembro de 2012

Porque contra o Amor não há lei ::..



Documentário muito bacana sobre o significado do casamento.



Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei.” (São Paulo aos Gálatas, cap. 5)

Por que ser cristão é se engajar pelas causas sociais?




Porque precisamos entender, de uma vez por todas, que nossas mãos e nossa voz são instrumentos de Deus a serviço do Reino de Deus, o qual é paz, alegria e justiça.

Nosso serviço é o anúncio de que Deus já se reconciliou com o Mundo; e o mundo precisa saber disso.

Temos muitas maneiras de anunciar, especialmente se considerarmos o discernimento que carregamos que Deus é Amor e que seu desejo é que todas as pessoas venham saber disso. Atuar pelo bem comum, denunciar toda forma de injustiça e opressão contra os filhos de Deus, é salvar vidas. As causas pelos direitos civis e todas as demais de cunho humanitário, sobretudo contra minorias postas à margem e em regiões desprezadas pelo sistema que rege esse século (o império do “self”), é uma forma de anunciar o reino de Deus.

Cremos que esse mundo precisa de Luz, que essa terra precisa de Sal.

Nós somos o Sal da terra e a Luz do mundo, disse Jesus. Eis-nos em serviço promovendo o bem e tornando todos capazes de serem felizes conforme o desejo de Deus.


Nós temos uma Missão a cumprir e continuaremos dispostos a realizá-la em amor, custe o que custar.

Você pode (e deve) ser parte transformadora em todo esse processo. Una-se!


Movimento Episcopaz



Na imagem abaixo, vê-se como a Igreja Anglicana se preocupa com as questões civis que envolvem direitos das minorias. O bispo da diocese da Carolina do Norte, EUA, Michael Curry, acompanhado pelo clero daquele estado, (da esquerda para direita), Revdª Cathie Caimano, Rev. Michael Hunn e Revdª Anne Hodges-Copple, completamente engajados na campanha contra a medida legislativa que emendou em maio passado a Constituição estadual da Carolina do Norte consagrando a forma tradicional de família (um homem e uma mulher) como a única legítima naquele estado. Importante a considerar aqui é a motivação não apenas bíblica (que respeita aquele e aquela que é diferente de nós) mas também da própria Diocese, que desde janeiro de 2012 havia comunicado por resolução de sua convenção anual, citando  que “a Igreja Anglicana historicamente apoia gays e lésbicas como filhos e filhas de Deus, com todos os direitos civis [conforme qualquer cidadão]”. A resolução foi votada e aprovada por unanimidade na Diocese. Já o Legislativo Estadual da Carolina do Norte, infelizmente, preferiu retroceder após a pressão dos conservadores. Contudo, "nosso trabalho no Senhor não é em vão".


Casamento Igualitário - Palavra do bispo Gregory Rickel ::..


"As idéias não são novas, já partilhei delas abertamente em jornadas antes de me tornar seu bispo e em muitos locais antes e desde então.

O Cristianismo exerceu, ao considerar as relações de todos os tipos, mas especialmente em relação a duas pessoas em casamento, fidelidade como sendo nosso valor. Fidelidade é o maior valor de todos os nossos sacramentos e também na nossa vida como cristãos.

Me parece que deixamos nossos irmãos gays e lésbicas numa espécie de  "gaiola-22”. Dizemos que eles não podem viver nosso valor porque não podem se casar, ou mesmo ser abençoados nessa união. Enquanto muitos deles têm implorado para isso, ainda não é possível. O fato é que eles estão pedindo a igualdade de tratamento. Como casal, eles estão pedindo para ser responsáveis, em comunidade. Para mim, esta é uma proposta conservadora. Eu sou a favor desse pedido, e espero que finalmente criemos a maneira de tornar isso possível, não só na nossa sociedade, mas também em nossa igreja.

Fielmente,

O Revdmº. Rev. Gregory H. Rickel, 8º bispo da Diocese de Olympia, Western Washington"


Extraído do artigo “Episcopals for Marriage Equality in Washington” (Anglicanos pelo Casamento Igualitário em Washington), publicado em 02/05/2012

25 de setembro de 2012

#SejaAnglicano #BeEpiscopalian



Diversidade. Inclusão. Catolicidade. Protestantismo. São diversas as expressões que se ouve em tantos lugares. Mas será que todas as igrejas cristãs realmente proclamam que "Deus não faz acepção de pessoas" quando se trata de você, de mim, de todos nós?! Por que o amor, de fato, não é o "vínculo da paz" em todas as igrejas ditas cristãs? 

Por que algumas pessoas não são bem-vindas ou, se supostamente "bem-vindas", não podem ter acesso a todos os sacramentos por serem como são? Por que alguns lugares parecem uma espécie de gueto e outros são radicalmente fundamentalistas? Por que a cor, o sexo, a orientação sexual, o estado civil acaba sendo um desagregador, um estimulante para dividir ou medir as pessoas? Boa pergunta, mas esta  resposta possivelmente tenha ver com o indivíduo e o papel que desempenha enquanto seguidor do Cristo, o Filho de Deus. 

Procura uma paróquia que te aceite como você é? 

Una-se à Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica!


Não importa se você é branco, negro, rico, pobre, casado, divorciado, ajuntado, gay, hétero, bi ou lá o que seja, se mora no alto dos morros ou dentro de palácios, se tem ou se acha que não tem fé, se é judeu, levita, gentio ou samaritano, se é gente de boa fama ou considerado de má fama, se é religioso ou nunca pertenceu a qualquer religião, se é pescador, cobrador de impostos, desempregado ou patrão... entre nós, TODOS SÃO BEM-VINDOS!

Você verá esta diferença assim que conhecer uma paróquia anglicana.

"Mas sou cristã e divorciada... poderei tomar a comunhão mesmo assim?" (...) "Será que eu e meu companheiro poderemos frequentar, participar e ter acesso a todos os sacramentos sendo quem somos? Já tentamos outras igrejas e fomos vítimas de velada homofobia" (...) "Estou afastado de igreja mas guardo minha fé católica e minha devoção, ainda assim, poderei me sentir à vontade?"

Nós cremos que a diversidade humana tem a ver com o Maravilhoso Plano de Deus em nos fazer únicos, diferentes e, ainda assim, irmanados pela fé em Cristo. Isto é ser inclusivo. É por crer assim que...

TODOS SÃO BEM-VINDOS!

#SejaAnglicano!

Movimento Episcopaz

Quando a inclusão é o testemunho da igreja


Um diploma em reconhecimento à inclusão ::..




Os Episcopais (Anglicanos) dos Estados Unidos, por iniciativa do Integrity, já sabem identificar se uma paróquia anglicana tem sua missão voltada para a inclusão: é o selo 3 P (Proud Parish Par
tner) e o diploma conferido pelo testemunho público da inclusão em toda a comunidade.

É certo que ainda estamos "engatinhando" se comparados com todo o envolvimento na causa que nossos confrades desenvolvem, mas as sementes estão lançadas. Nossas sementes. Una-se a nós!


(Imagem acima) Paroquianos da Saint David's (Austin, EUA) tornando público que naquela comunidade não se faz acepção de pessoas e que todos podem ser livres para serem quem são em amor.

Entre nós, não importa como ou quem: vem!

Bispos de Los Angeles reafirmam o amor pela diversidade

Destacamos o trabalho maravilhoso realizado pela Diocese Anglicana de Los Angeles, Califórnia: seu envolvimento com as causas civis e humanitárias, sobretudo no tocante aos esforços pela inclusão de cidadãos LGBTs. Assim tem agido o Revdmº Jon Bruno, bispo da Diocese, e suas auxiliares, Revdmª Diane Bruce e Revdmª Mary Glasspool, bispas sufragâneas.


Muito mais que apenas aceitar que todas as pessoas possam se achegar numa paróquia dentro da Diocese de Los Angeles, não importando quem seja em termos de origem, raça, sexo ou orientação sexual, a presença dos bispos de L.A. é fundamental nos esforços contra o bullying e na disseminação da chamada "teologia inclusiva" por todo o clero diocesano. Um pouco destas impressionantes características poderão ser percebidas no vídeo que postamos logo abaixo (infelizmente, apenas em inglês). Destacamos, no entanto, estas duas afirmações que nos orientam como é bom saber que podemos ter um lugar seguro para adorar a Deus e crescer em Graça com nossos irmãos!

“inclusão é algo como pedra de toque na vida anglicana da Diocese de Los Angeles... temos tido oportunidade de ensinar a teologia inclusiva para todas as pessoas... Incluir a todos, não importa quem...” 
Bispo Jon Bruno, Diocese de Los Angeles

“...aqui na Diocese de Los Angeles você encontrará um lugar seguro pra você, não importa o sexo, a orientação sexual... Nossas escolas, nossa equipe, enfim, te darão as boas vindas como um filho de Deus” 
Bispa Mary Glasspool, Diocese de Los Angeles 


24 de setembro de 2012

Diferente do tradicional, mas família.



Muitos modelos de família, uma realidade ::..


Sabe o que isto significa? Assim como precisamos todos os dias "nascer de novo", renovar a nossa mente (como ensina São Paulo aos Romanos), igualmente precisamos nos reinventar todos os dias. Reinventar-se é abrir mão da identidade? De certo que não; antes, é caminhar seguro de si e aberto ao direito de ser do outro, o qualquer outro próximo de nós!

Num mundo como o que vivemos, em meio a tantas transformações e não poucas injustiças, qual o papel que um cristão deve desempenhar? Qual a resposta que a Igreja Anglicana tem para oferecer? Certamente a que for ao encontro da radicalidade inclusiva do Evangelho de Nosso Senhor, que andou, comeu, bebeu, se alegrou e viveu ao lado dos marginalizados (aqueles e aquelas postos à margem pela sociedade e pela religião). Se não tivermos este olhar [também] focado nos "pequeninos", de maneira alguma veremos o reino de Deus acontecer. Onde está o reino? Em toda a parte... tal como o amor de Deus e sua extraordinária capacidade de incluir a todos!

No meio de tantas "opções religiosas" em sua cidade, por que não conhecer uma paróquia anglicana que verdadeiramente inclua você e sua família? Se tiver dificuldade, entre em contato com a gente!

Movimento Episcopaz


E-mails:

anglicanosdorio@gmail.com
episcopeace@gmail.com


Créditos da foto para Lynn Lee (extraído da página do facebook intitulada "Gay marriage USA").

23 de setembro de 2012

Campanha fluminense "Rio Sem Homofobia"

Uma opinião ::..



Vale sempre lembrar que a neutralidade, quase sempre manifestada pela silêncio, é, nas palavras do arcebispo anglicano Desmond Tutu, prêmio Nobe da Paz, "escolher o lado do opressor". É por essa razão que publicamos este vídeo lançado pelo projeto Rio Sem Homofobia, que o Episcopaz apóia. Educativo. Coerente. Desconstrutor de paradigmas. Um ponto positivo rumo a um Brasil democrático e livre do preconceito!

Sem qualquer intenção de fazer propaganda política, é justo e merecido o registro dos parabéns ao Governo do Rio de Janeiro pela campanha!


Encontrando o Evangelho inclusivo na Igreja Anglicana



Publicado originalmente em inglês no blog Kiwianglo

“ Cerca de um quarteirão do monumento de Stonewall Jackson em Richmond, Virgínia, encontrei a Igreja Episcopal de St Mark. Bem localizada no coração desta antiga capital da Confederação, fiquei surpreso ao ver que anunciavam como sendo "uma igreja inclusiva," que é uma espécie de código para “gay friendly”. Minha primeira incursão no Santuário veio em uma noite em março quando aconteceu um serviço de oração à luz de velas. Mais oração, menos de um sermão, enfim, prendeu minha atenção. Fui recebido pela reitora no nártex da paróquia que abriu seus braços pra mim e me acolheu com boas vindas na São Marcos. Ela me disse que eu poderia voltar no próximo domingo caso tivesse gostado da missa.
Eu realmente voltei e conheci mais alguns dos líderes da Igreja e dos fiéis. (...).
Fui confirmado pela Crisma no domingo passado. Ironicamente, ao mesmo tempo em que eu estava sendo confirmado, soube que a algumas centenas de quilômetros ao sul, na Providence Road Baptist Church, o pastor Worley e sua congregação, desafiadoramente persistiam nas suas convicções de que  pessoas como eu deveriam ser reunidas e colocadas em algum tipo de campo  onde deveríamos todos morrer. Infelizmente, existem cristãos, incluindo outros anglicanos, em todo o mundo, que carregam sentimentos da mesma maneira que o pastor Worley. Não me admira que tantos dos meus irmãos e irmãs se organizem em religiões as mais variadas. O fato é que agora eu sou um membro da fé Anglicana...” [Leia aqui a postagem em inglês]

Gary Nelson
Membro da paróquia anglicana de Saint Mark, Richmond, diocese de Virgina.


21 de setembro de 2012

Porque a diversidade tem sido uma ideia de Deus!


Nesta semana o Episcopaz resolve homenagear a paróquia anglicana de São Francisco, na cidade de Stamford (Connecticut, EUA) pela brilhante iniciativa de colocar em seu site a seguinte inscrição: "Inclusiva - Porque a diversidade foi uma ideia de Deus"

E não apenas por este fato, mas por se engajar desde 2008 em prol dos direitos civis dos cidadãos de seu país, em especial na campanha "Equality Marriage" naquele estado estadunidense. Cristianismo que não ousa "salgar a existência" com o sabor de Deus, vira religião. 

Parabéns aos anglicanos da Saint Francis Episcopal Church


Movimento Episcopaz

Falando sobre o trabalho anglicano com AIDS/HIV


National Episcopal AIDS Coalition

Numa resposta para os anglicanos que estavam vivendo com o HIV, bem como para seus familiares, amigos e queridos, nascia em 1988 nos Estados Unidos o National Episcopal AIDS Coalition. Promovendo pastorais de cuidado e prevenção contra o vírus da AIDS por todo os Estados Unidos, o NEAC (como é conhecido por lá) integra várias comissões dentro e fora da Igreja Episcopal, sobretudo na sociedade civil organizada.

Até hoje, o importante trabalho do NEAC é extremamente significativo nos EUA por uma série de ações cidadãs e de gestão de doações de medicamentos e profissionais voluntários (lembrando que o tratamento para a AIDS nos EUA não é gratuito como ocorre aqui em nosso país).

Matthew Ellis
Diretor executivo do NEAC
Diocese de Indianápolis

Por mais que ainda estejamos engatinhando em muitas questões relevantes para nossa realidade, os anglicanos brasileiros vêm desenvolvendo várias ações civis pelo país. 

Este será um dos propósitos do Episcopaz. Aguardem.

 Pra quem desejar saber mais, acesse aqui o site do NEAC.



Divulgação II

Sejam semeadores de Paz. Anglicanos como a gente!
Uma Igreja diferente. Todos são bem-vindos!


19 de setembro de 2012

Eles e elas não são tão "invisíveis" assim!

Já ouviu falar dos "transepiscopais"?


Pouca gente percebe, mas na ‘sopa de letrinhas’ LGBT ou LGBTT um tê (T) se refere aos invisíveis transgêneros. Falar sobre a invisibilidade dos trans soa provocativo e ao mesmo tempo reflexivo. Muitos de nós sequer imaginamos que existem trans dentro de nossas igrejas. O fato é que não apenas existem, mas, graças a Deus, estão cada vez mais visíveis. E são ‘trans’ porque transitam de uma identidade de gênero para outra (homens ou mulheres trans).  Pela elevadíssima repressão e rejeição que socialmente sempre se exerceu contra a transgeneridade, qualquer um pode perceber que ela é sinônimo de “transgressividade” de gênero. Há quem diga (e não se retira a razão por isso!) que transgredir o gênero é colocar em risco a própria ordem sócio-política. Ainda que a maioria não tenha a menor consciência disso, todo transgênero é subversivo, quer a pessoa queira, quer não. 

Diferentemente do que a maior parte da sociedade faz, inclusive as igrejas, excluir não é nem poderia ser o caminho daqueles e daquelas que discerniram o amor de Deus como “nivelador” de todas as categorias e gêneros. Somos semelhantes ainda que indivíduos únicos.

A Igreja Episcopal dos Estados Unidos da América tem dado grandes passos no caminho da inclusão. É o que se tem visto nos últimos anos, sobretudo com o número de episcopais (anglicanos) transgêneros sendo recebidos na Comunhão Anglicana, alguns dos quais, ordenados.

Nosso desejo e nossa oração é que estes ventos de inclusão soprem para toda a parte, mostrando que somos a Igreja que ama e porque ama, acolhe.




Na imagem acima, Revda. Carla Robinson, da Diocese de Olympia, uma transgênera (ou transmulher), celebrando a Santa Comunhão em espírito e em verdade ao lado de outra trans anglicana. Julho/2012.




Dante Tavolaro, deputado transgênero (ou trans-homem) eleito nas Convenções Gerais em 2009 e 2012 pela Diocese de Rhode Island. Foi diretor de Formação e Ministério da St. Martin's Episcopal Church (Providence), cargo que ocupou até o fim de agosto, sendo especialista em História e Desenvolvimento do Livro de Oração Comum pela Rhode Island College, e recentemente empossado como novo Diretor de Ministério da Saint Peter's (Diocese de Rhode Island).

Eis uma Igreja que, verdadeiramente, sabe ser inclusiva e, tal como Nosso Senhor, "não faz acepção de pessoas". Mesmo!

Seja assim entre nós, por Cristo, nosso Senhor!

Amém?


Movimento Episcopaz


Documentário sobre anglicanos trans

Voices of Witness: Out of the Box

Extraordinário documentário produzido pelo Integrity, movimento anglicano em prol das causas civis e direitos dos LGBTs sobre os transgêneros anglicanos, geralmente "invisíveis" em nosso meio religioso. Vale a pena conferir, principalmente você que é fluente no idioma inglês.

Compartilhem este maravilhoso documentário e ajudem a colocar "pra fora da caixa" todas essas vozes episcopais que só querem ser elas mesmas para a glória de Deus!



Declaração emitida pela IEAB em respeito à decisão do STF sobre uniões homoafetivas


Declaração Oficial da IEAB

Nesses dias de maio o Supremo Tribunal Federal deliberou por unanimidade sobre qual abordagem legal, qual o tratamento jurídico deve ser aferido às uniões homoafetivas no Brasil.


Trata-se de uma decisão que abomina, rejeita, veda e afasta do ordenamento jurídico brasileiro a desigualação jurídica, a discriminação e o preconceito em razão da forma dos seres humanos expressarem seu afeto em uniões entre pessoas do mesmo sexo que se caracterizam por sua perenidade e conhecimento público.


A deliberação do Supremo Tribunal interrompeu a perpetuação de situações discriminatórias, preconceituosas ou desigualitárias fundadas nas preferências sexuais das pessoas. Entendeu a Suprema corte que tais tratamentos afrontam o objetivo constitucional de promover o bem de todas as pessoas e colidem com o princípio áureo da dignidade humana esculpido em nossa Carta Magna.



Bispo Christopher Senyonjo: profeta da inclusão em Uganda




O Bispo que Defende os Gays



CAMPALA (UGANDA) – Em Uganda, a igreja cristã tem uma influência comparável ao sul dos Estados Unidos. A política é dominada por pessoas que dizem guiar suas decisões por ensinamentos religiosos, a começar pelo presidente do país, Yoweri Museveni e a primeira-dama, Janet. Ambos são “renascidos em Cristo”, ou seja, pessoas que se descobriram cristãs na metade da vida. O mais famoso renascido em Cristo do mundo é, obviamente, George W. Bush –de quem o primeiro casal de Uganda se diz amigo.

Uma instituição poderosa assim não ficaria indiferente ao debate em curso sobre criminalizar a homossexualidade no país. Mas engana-se quem pensa que a igreja local atua de forma monolítica nessa questão. Em Uganda, a igreja rachou.



Se é verdade que praticamente toda a igreja condena a opção homossexual, também é verdade que apenas uma pequena parte da miríade de denominações cristãs em Uganda concorda com a idéia de estabelecer pena de morte para alguns casos. E a maior surpresa que tive foi descobrir que alguns abnegados até aceitam pagar um preço por defenderem os direitos dos homossexuais.



O reverendo Christopher Senyonjo é o líder da minúscula ala da igreja de Uganda que não vê problemas em um homem viver com outro homem, ou uma mulher com outra mulher. Aos 78 anos de idade, membro da Igreja Anglicana de Uganda, é uma figura notável. Baixinho, citando a Bíblia de memória, risonho, vestia camisa roxa por baixo da túnica negra. Diz ser amigo do colega anglicano Desmond Tutu, Nobel da Paz que vive na Cidade do Cabo (África do Sul), e não é difícil de acreditar.




Senador evangélico tenta articulação para impedir direito de minorias

O senador evangélico Magno Malta (PR-ES), manifestamente contrário aos direitos da população LGBT, enviou ontem ofício ao presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Paulo Paim (PT-RS), solicitando tornar-se relator do chamado projeto de lei complementar 122 que criminaliza a homofobia.

Perguntamos: Qual a razão de impedir a legitimação do direito de uma minoria? Qual o argumento democraticamente válido num Estado de direito, amparado numa Constituição Cidadã que nivela os cidadãos como iguais em direitos e deveres? Por que a religião continua sendo a raiz da intolerância, sobretudo da homofobia? Teria algo a ver com as lições ensinadas pelo Cristo dos marginalizados de Nazaré? Certamente que não!



18 de setembro de 2012

Why we don't... we can't?


É uma boa pergunta. Por que nem todos os cidadãos podem se casar com a pessoa que ama? A resposta parece simples, mas não é. Em nosso país, infelizmente, os religiosos fundamentalistas fazem de tudo para impedir que todos sejam iguais perante a lei. O que temos visto acontecer em nosso Poder Legislativo é um grande exemplo de como nós não vivemos num país completamente livre para assegurar os direitos de todos... ainda!


It's a good question. Why not all citizens can marry the person they love? The answer seems simple, but it is not. In our country, unfortunately, fundamentalist religious people do everything they can to prevent it. In our country, unfortunately, religious fundamentalist people do everything they can to prevent that all are equal before the law. What we have seen happen in our Legislative Power is a great example of how we do not live in a country completely free to ensure the rights of everyone ... yet!


Movimento Episcopaz

Paróquia da Santíssima Trindade (RJ) em prol da inclusão




Parabéns à Paróquia da Santíssima Trindade encravada no bairro do Méier, na cidade maravilhosa do Rio de Janeiro! Parabéns pela bela iniciativa de toda a comunidade em fazer valer a prática do Amor de Deus, tornando o espaço acessível e confortável para todos e todas, independentemente de cor, sexo, raça, orientação sexual, etc. 

Movimento Episcopaz


Parabéns aos anglicanos da IEAB!


Rev. Aldo Quintão e sua semeadura


Mensagem do bispo Gene Robinson


Divulgação


Inclusão na paróquia All Saints (Atlanta, Georgia)


Grupo LGBT da paróquia anglicana de All Saints (Atlanta, EUA).