23 de outubro de 2012

21 de outubro de 2012

Episcopaz na luta contra o sexismo ::..


Anglicanismo: Altar não é privilégio dos homens!


Se é fato que todos os dias são dia para nos lembrarmos das mulheres (e não apenas no dia oito de março, tido como o Dia Internacional das Mulheres), o Movimento Episcopaz se põe na luta contra toda forma de machismo (e sexismo), a começar dentro de nossa Igreja.

Saudamos todas as mulheres, vencedoras, guerreiras, mães, filhas, esposas, amigas, companheiras, leigas, clérigas, diáconas e bispas!

Cada mulher é em nossa terra uma Maria. É por isso que traz no som, nas muitas cores, no suor, a “dose mais forte e lenta de uma gente que ri quando deve chorar”, como canta a saudosa Elis Regina.  Isto é ser Maria, mulher guerreira, filha de Deus!


“Mas é preciso ter força 
É preciso ter raça 
É preciso ter gana sempre


É assim que cantamos vivendo e vivendo cantando em nossa Igreja Episcopal Anglicana do Brasil. É a gana de ir e anunciar que "Deus não faz acepção de pessoa!".

Que assim a Igreja siga avançando. Com elas. Com vocês. Com todas as Marias de gana e fé. Sempre!


Episcopaz

13 de outubro de 2012

Rev. Ed Bacon ::.. Sacerdote da inclusão





Rev. Ed Bacon, é Reitor na All Saints Church, Pasadena, Califórnia, uma paróquia anglicana vibrante, inclusive, que realiza o rito de bênção para casais do mesmo sexo e conta atualmente com mais de 4.000 membros.

10 de outubro de 2012

Perfil sacerdotal ::.. Revmº Bispo Stephen Lane


Nenhuma razão para temer casais gays que procuram direitos matrimoniais



“Ao longo dos últimos três anos tenho escutado com cuidado as preocupações levantadas sobre a instituição do casamento e o efeito que o chamado casamento igualitário pode ter sobre essa instituição. 

Às vezes, a impressão que se tem é como se os casais que desejam se casar sob o amparo da lei do casamento igualitário no estado do Maine são de alguma forma alienígenas ou, quem sabe, essencialmente diferentes das pessoas que atualmente estão legalmente casadas (...).

Do ponto de vista da Igreja Cristã, eles [casais do mesmo sexo] são filhos de Deus, feitos à imagem de Deus, batizados e membros de nossas congregações, enfim, santos e pecadores — como todos nós.

 A única diferença a considerar pode ser que os casais do mesmo sexo e suas famílias consigam respirar de uma forma mais fácil do que fazem enquanto não amparados pelas leis, sabendo que seus relacionamentos e suas famílias podem desfrutar de maior segurança e proteção. Neste sentido, podemos nos sentir confortados por saber que eles se juntaram a nós na responsabilidade de sustentar o compromisso monogâmico ao longo de toda a vida como um dos tijolinhos na construção de uma sociedade mais saudável.”

Revmº Stephen T. Lane, nono Bispo da Diocese Anglicana do  Maine. 


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Do texto original – “No reason to fear gay couples seeking marriage rights– publicado aos 05/10/2012 no Jornal BDN Maine. Tradução de Cardo Pinheiro

5 de outubro de 2012

Diversidade e vida eclesial


O apelo da Revdª Carla pela inclusão dos trans ::..


De início, alertamos em amor que estes registros são para pensar!

Pensar em ser Igreja, "casa de oração para todos e todas"!

"Estou aqui como clérigo hoje porque minha Diocese particularmente disse que minha identidade de gênero e a expressão que dela possuo não me desqualificam do processo de discernimento", Revdª Robinson disse durante sua fala na Convenção Geral realizada em Indianápolis. "Peço que como Igreja façamos o mesmo para com meus irmãos e irmãs trans".

Revdª. Carla Robinson, que é trans e reitora na All Saints Church em Seattle, disse que  contou com a sorte de ter o apoio das paróquias e Bispos durante o momento em que se considerava sua ordenação presbiteral, mas ela disse que infelizmente outros não tiveram o mesmo suporte. 

(Indianápolis, agosto de 2012)


Perfil sacerdotal: Revdª Fisher



Sacerdócio que abraça a diversidade ::..


Após cinco anos de dedicação e serviço numa das paróquias mais engajadas com a diversidade na Diocese de Chicago, a Revdª. Sarah K. Fisher,  da Igreja Episcopal de São Pedro, em Boystown, deixou seu púlpito e segue para assumir uma nova paróquia em sua cidade natal, na Georgia.

Pastora de muitos paroquianos LGBT e defensora da causa, Revdª Fisher foi chamada ao Ministério na Georgia, onde ela nasceu.

A total devoção da Revdª Fisher  diante do rebanho que o Senhor lhe confiou trouxe a marca da dignidade que muitos paroquianos LGBT jamais viram, no que concerne ao carinho e comprometimento. Conforme ela mesma declarou, a sua paróquia foi tirada para fora de sua fachada de pedra e se envolveu com as questões sociais da vizinhança. Através de muitos projetos e parcerias, conseguiu patrocínio para muitas bolsas, ações com idosos, LGBTs e desabrigados no inverno gelado de Chicago por meio de “sopões”, entre muitas outras ações.

Em 2011 a paróquia de São Pedro, no seu ministério, realizou a 1ª cerimônia de bênção de casal do mesmo sexo, algo que contou com seu cuidado pastoral e dedicada sensibilidade para com todos os seus paroquianos.

Eis aqui mais um perfil da Igreja que sempre dará boas vindas a todas as pessoas que amam a Cristo!

Fica-nos a lição e o encorajamento para os muitos desafios que temos aqui!

Avante, comprometidos no avanço do Reino do Deus de Amor!


Movimento Episcopal


Fonte da matéria: Chicago Phoenix, artigo de Gerald Farinas. 1º agosto, 2012.

Uma Igreja que caminha pra frente II ::..


{Álbum pró-diversidade - 2}



Há 17 anos juntos, o Rev. Christopher D. Hofer (Reitor da paróquia St. Jude, na cidade de Wantagh, NY, desde julho de 2004 até hoje), à direita, e seu companheiro, Kerry Brady, encontraram na Igreja Anglicana o lugar seguro para viver o amor que os une, crescendo em Graça e no conhecimento da fé que abraçaram. Sentem-se felizes e comissionados a proclamar que “Deus não faz acepção de pessoas”; da mesma forma, a Igreja Episcopal dos EUA.

Assim seja com muitos, independentemente da questão sexual, de orientação,  raça, etnia, etc. Que encontrem seu lugar seguro. No Brasil, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil está de portas abertas para todo ser humano que deseje conhecer e continuar a conhecer a Cristo.

Sim, em particular, asseguramos que nenhum irmão ou irmã LGBT será discriminado entre nós!

Nós te damos boas vindas!


Movimento Episcopaz






Uma Igreja que caminha pra frente ::..



{Álbum pró-diversidade}

Em 1º de janeiro do ano passado, na cidade de Boston, EUA, o Bispo M. Thomas Shaw, da Diocese de Massachusetts, celebrou seu primeiro casamento de um casal de lésbicas na Catedral de Saint Paul. A cerimônia, testemunhada por cerca de 400 convidados, foi da Bispa, Revdª Katherine Hancock Ragsdale, decano e Presidenta da Episcopal Divinity School em Cambridge com a Revdª Mally Ewing Lloyd, presbítera na Diocese Anglicana de Massachusetts.



3 de outubro de 2012

“Fiat lux!” ::..




“...e Deus disse: haja luz! E houve luz!”



Haver luz sobre as coisas é ter pleno esclarecimento do que está diante dos olhos, do entendimento. Não haver luz é ser coberto pelas trevas, é não ter o entendimento dos fatos. Ignorar é treva. Crer que é possível é luz. Diminuir a ponto de não se importar é treva. Dignificar enquanto valor único, sem igual, é reconhecer luz.

E quando a luz reconhece que sobre a importância do outro (além de mim) existe luz, ocorre a completude do ser discípulo de Cristo. É o ter “olhos bons” ou “iluminados”, disse Jesus. I-LUZ-minados.

Vinícius de Morais já poetizava seus versos sobre luz, reconhecendo que “quando a luz dos olhos meus e a luz dos olhos teus resolvem se encontrar, ai que bom que isso é, meu Deus!”. Aí é que está: encontrar-se, jamais perder-se na luz.

É o salmista quem assegura, na confiança simples, que “na Vossa Luz vemos a luz”. É seguramente nos caminhos dessa Luz que temos visto luz de igualdade e de fraternidade nos braços da Comunhão Anglicana ao receber e sagrar bispos que entraram para a História, ao menos por serem quem são: seres humanos cheios do Espírito. Referimo-nos, particularmente, aos reverendíssimos Bispos Gene Robinson e Mary Glasspool, os primeiros Bispos sagrados assumidamente homossexuais, e à reverendíssima Bispa Katharine Jefferts Schori, episcopisa Presidente da Igreja Episcopal dos EUA, primeira mulher a ocupar o cargo de Primaz na Comunhão Anglicana.

Daí porque descansarmos na certeza que provém da fé que, se nossos olhos continuarem lançando luz sobre as coisas que realizamos e sobre as pessoas que nos cercam, todo o nosso Corpo será luminoso. Quem conhece ao Cristo anda na luz. Quem anda na luz jamais erra o Caminho. Quem acolhe aos pequenos, aos postos à margem, aos que ainda se reconhecem como os “que não são”, ao próprio Cristo acolhe o faz Senhor e Rei!

Ele é o Senhor e Rei da Igreja que acolhe aqueles acerca dos quais  muitos olhos, não sabendo ser bons, ainda diminuem, segregam e preterem. Todavia, Ele ainda hoje faz haver luz sobre bons e maus, sobre judeus e gregos, sobre homens e mulheres, sobre todos e todas!

“Fiat lux!”, seja nossa constante oração!


Movimento Episcopaz


1 de outubro de 2012

Documentário sobre a diversidade em Uganda



O pior lugar do mundo para ser gay ::..

O documentário já passou na GNT este ano e é da BBC. "O pior lugar do mundo para ser gay" vai até a Uganda, que pode ser considerado como o pior lugar para ser homossexual. O vídeo não está legendado e o áudio é de Portugal, se você prestar muita atenção você vai poder conseguir entender as falas do documentário.

Quem teve a coragem para ir até lá foi o DJ britânico Scott Mills - que é militante dos direitos da comunidade LGBT. Para quem não sabe, lá na Uganda a homoafetividade é ilegal. Espancar e torturar é uma das penas que algumas pessoas podem "receber" caso seja gay. Queimar vivo, também é uma das atrocidades que fazem com seus cidadãos (e estrangeiros) descobertos na homossexualidade.