12 de fevereiro de 2015

:: Acerca dos vendedores de pães pintados


"O fato de Jesus comer com pecadores não significa cumplicidade de Deus com o pecado, e sim a busca de Deus pelos pecadores." (John Piper).

Esta é a famosa frase bem ao estilo "denorex", isto é, parece mas não é. Diz uma "meia verdade", a qual ninguém ousará negar. Deus não tem cumplicidade com o pecado. Perfeito.

Entretanto,  o ardil está em omitir uma outra realidade eterna:

"Aquele que não conheceu o pecado, Deus o fez pecado por nós, para que Nele nós nos tornássemos justiça de Deus" (2 Co 5,21).

Assim, o que não se quer informar é que já tendo sido justificados por meio Dele, mediante a fé (Rm 5,1), vivemos em paz com Ele e conosco mesmo, em cumplicidade e amizade com o Deus de Toda Graça, gozando os benefícios da reconciliação; reconciliação esta que não levou em conta nosso erros, equívocos, perplexidades e contradições humanas (2 Co 5,19).

Pecar é, literalmente, errar o alvo do amor. Bom que se saiba que aqui não pintaremos uma pedra e ofereceremos como pão. Pecar é verbo que conjugaremos enquanto caminharmos nesta existência revestidos de carne. No entanto, há diferença entre pecar e viver na prática do pecado. Assim, vez por outra erraremos, mas decidir ir na contramão do amor, já não mais é possível quando somos inundados por uma querência que nos muda completamente o curso de nossa história. Queremos viver para Deus, ou seja, para anunciar com a vida os valores ensinados por Jesus.

Ora, façamos um exercício de memória: tendo provado o doce amor de Deus em Cristo Jesus, quem é que em sã consciência desejará o egoísmo, a intolerância, a homofobia, a xenofobia, a malandragem de querer passar uma "meia verdade" numa embalagem de verdade com fundamento bíblico e publicar livros assim? Somente quem nunca compreendeu nem provou a profundidade do amor de Deus em si mesmo!

Dito de outra forma, só quem pastoreou por 33 anos a Bethlehem Baptist Church, em Minneapolis, e militou o quanto pôde para que excluídos permanecessem excluídos, dando gloria a Deus por isso, 
como John Piper, poderá entender como se vendem belos pedaços de pedra para apedrejamento dos "diferentes" como se fossem saborosos pães! John Piper, definitivamente, não é a verdade que liberta nem parece entender o que a Graça já fez na vida de quem acredita que nem vida nem anjos, nem presente ou porvir, livros teológicos e de condenação, poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus?

A propósito, de que nos serve uma pedra pintada de pão? Eu não sei. Você sabe?

Em homenagem aos perseguidos por causa da justiça, na cidade de Minneápolis, por conta de dezenas de obras e centenas e centenas de sermões que só ajudaram a estigmatizar mais ainda uma geração, seguem imagens de outra comunidade na mesma cidade que preferiu ao longo dos anos falar de vida, de salvação e de inclusão, sem fazer acepção de pessoas, como convém aos que pregam o Santo Evangelho: Catedral de São Marcos.

No carinho Daquele que é o Pão Vivo que desceu dos céus e nos saboreou com a reconciliação,

R. P.
Movimento Episcopaz
Episcopais Anglicanos Pró Diversidade & Pela Paz

12/02/2015











11 de fevereiro de 2015

:: A rainha britânica e o seu “sim” ao casamento igualitário




A rainha Elizabeth II fez história em novembro de 2013, quando ela assinou um novo protocolo  da Commonwealth na Marlborough House, no centro de Londres. A Carta da Commonwealth é o primeiro documento a ser acordado pelos 54 Estados-Membros onde se encontram  16 pontos que abrangem os valores e princípios fundamentais da democracia e do Estado de direito, a liberdade de expressão e a igualdade de gênero.

Dentro da Carta o conceito de igualdade de gênero está claramente apoiado. "Nós reconhecemos que a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres são componentes essenciais do desenvolvimento humano e dos direitos humanos básicos." O documento deixou claro que a rainha britânica e governadora Suprema da Igreja da Inglaterra (Anglicana) apoia novas leis que dão aos homens e mulheres igualdade em direitos, incluindo a igualdade de acesso ao trono real.

Em entrevista ao Jonathan Ross Show, o artista britânico Stephen Fry contou que a rainha comemorou quando o casamento igualitário foi legalizado na Inglaterra e no País de Gales. E que teria confidenciado a pessoas próximas a emoção de assinar o documento.

"Bem, quem teria pensado há 62 anos, quando vim para o trono, que eu estaria assinando algo assim? Não é maravilhoso?"


Fontes: MSNBC e A Capa 

10 de fevereiro de 2015

:: Criada comissão interministerial para combater violência contra população LGBT


O governo formalizou hoje (10) a criação da Comissão Interministerial de Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT). 

O grupo é composto por representantes das secretarias de Direitos Humanos (SDH), de Políticas para as Mulheres, da Secretaria-Geral da Presidência e dos ministérios da Justiça e da Saúde. A comissão foi instituída no último dia 29 e será  coordenada pelo Departamento de Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República. A portaria de criação do grupo foi publicada na edição desta terça-feira (10) do Diário Oficial da União.

Com a criação da comissão interministerial, as ações dos cinco ministérios nas áreas de prevenção, enfrentamento e redução das diversas formas de violência contra a população LGBT poderão ser integradas. 

De acordo com a SDH, o grupo interministerial também vai permitir o acesso a dados sobre estatísticas e o perfil dos crimes contra a população LGBT.

Dados da Ouvidoria Nacional e do Disque Direitos Humanos (Disque 100) mostram que, entre 2011 e 2014, foram registradas mais de 7,6 mil denúncias de violência contra a população LGBT. Em 2014, os estados com maior número de registros foram São Paulo (53 denúncias), Minas Gerais (26) e Piauí (20). A discriminação foi a causa de 85% das denúncias, e a violência psicológica motivou 77% dos registros.

Fonte: Agência Brasil/ Luana Lourenço



:: Comunidades nordestinas à tua espera, visse?!


Se no teu estado ainda não há uma comunidade ligada à nossa Rede Pró Diversidade e Pela Paz, ajude-nos em oração, quem sabe você não será chamado como missionário para incomodar os sistemas intolerantes e anunciar a todos que Deus não faz acepção de pessoa alguma? 

Ele não faz de branco nem de pardo, fará de negro ou caboclo? Ele não faz de heteroafetivo, fará de LGBT? Ele não faz de pobre, fará de rico? 

Agora, se você já tem uma comunidade que anuncia o Evangelho a todas as pessoas e não tenta torná-las clones de ninguém, posto que a diversidade é uma bênção e um chamado à coexistência, não fique de fora. Aproxime-se e num se avexe! 

Seja bênção nas mãos do Deus de Amor Incondicional e ajude tua comunidade a caminhar segura com tua presença, teus dons e tua evangelização diária!

Paróquia Anglicana Bom Pastor

01) Cidade/UF: Salvador - BA

02) Párocos/Ministro encarregado: Rev. Pe. Bruno Luiz Teles de Almeida (reitor) e Rev. Josafá Batista dos Santos (coadjutor)

03) Endereço: 
Rua Travasso de Fora, 92, Largo do Papagaio, Bonfim - Salvador – BA

04) Atividades/Ofício eucarístico: 
Santa Missa aos domingos, 9h45m

05) Contato(s):
Telefones: (71)8835-4208 (Oi) | (71) 9129-4942 (Tim) | (71) 9630-8131 (Vivo) | (71) 8319-6998 (Claro)

E-mail: anglicanosnabahia@gmail.com
Site da paróquia clique aqui.
Facebook clique aqui.

Comunidade Jesus de Nazaré

01) Cidade/UF: Olinda – PE

02) Pároco/Ministro encarregado: Revdª Rose Cunha

03) Endereço: 
Rua Jose Mariano, 236/01, Jardim Atlântico - Olinda - PE

04) Atividades/Ofício eucarístico: 
Grupo de Intercessão, terças-feiras, 17h; Celebração Eucarística aos domingos, 10h

05) Contato(s):
Telefones: (81) 92044656 (Claro) | 97917803 (TIM) | 85199223 (Oi).
E-mail:  rf.cunha@hotmail.com | rf.cunha@bol.com.br 

Santíssimo Nome de Jesus

01) Cidade/UF: Ponto Missionário em Russas, CE

02) Pároco/Ministro encarregado: Rev. Pe. João Bosco

03) Endereço: Rua Cícero dos Santos, 618, Lagoa do Toco, Russas

04) Atividades/Ofício eucarístico: 
Eucaristia: Domingo, 19h; Grupo de Oração: Quartas-feiras, 19h

05) Contato(s): 
Tel: (088) 9770-2171

Comunidade Anglicana da Unidade

01) Cidade/UF: Natal - RN

02) Pároco/Ministro encarregado: Rev. Nazareno (Pároco) e Rev. Gecionny Pinto (Min. encarregado)

03) Endereço: Capela da UFRN

04) Atividades/Ofício eucarístico: 
Eucaristia: Domingo, 9h30min

05) Contato(s): estamos atualizando

Ponto Missionário da Liberdade

01) Cidade/UF: Jaboatão dos Guararapes – PE

02) Pároco/Ministro encarregado: estamos atualizando

03) Endereço: estamos atualizando

04) Atividades/Ofício eucarístico: 
Eucaristia: estamos atualizando

05) Contato(s): estamos atualizando


:: Retroceder? Jamais!


Pois sabemos em Quem temos crido e Ele é poderoso para guardar nosso tesouro-ser incontaminado das tentações de fazer o texto se passar por Palavra de Deus, a Verdade que liberta e na qual fomos vivificados pelo seu poder.

Portanto, enquanto anunciamos a Graça de Jesus somos atacados com mensagens de ódio motivadas por aqueles que coam mosquitos e engolem camelos, que não apenas querem se justificar a si mesmos na lei dos textos (como se fora possível!), mas tentam aos que vivem com ousada confiança na fé Daquele que aboliu todo o escrito de dívida que havia contra nós, de uma vez para sempre!

Não citaremos nomes nem exporemos aqueles que nos atacam por e-mails. Apenas dizemos: Xô, fundamentalistas que operam a intolerância e a segregação! Vocês não passarão... mas as meretrizes e os publicanos passarão à frente de vocês!

:: Combatendo a exclusão!


Não estamos aqui de brincadeira. Temos uma Missão.

Sabemos em Quem temos crido e Ele é Poderoso para nos capacitar a sermos sua boca, voz, braços e pernas, mas também acolhimento e até denúncia contra toda forma de exclusão, preconceito, intolerância e desamor.

No Rio de Janeiro somos uma Pastoral de Direitos Humanos ligada à paróquia da Santíssima Trindade (DARJ/IEAB).

Dentro e fora do Rio de Janeiro somos parte de uma Rede Anglicana Pró-diversidade e Pela Paz, fraternalmente unidos com outras comunidades da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil que militam pelos direitos humanos e abrem suas portas para acolher toda a diversidade da Criação, sem fazer acepção de pessoa alguma, nem a elas nem a suas famílias.

Para nós, as Escrituras contêm o suficiente para alimentar nossa fé na segurança da salvação. Para nós, Jesus é a Palavra de Deus, a qual é absurdamente apta para o ensino, para a edificação e para a correção na "sua" Justiça, que respeita a condição humana e não se deixa enredar ou enjaular por padrão estabelecido nos acordos dos humanos (seja moral, político, cultural ou religioso).

A Graça de Jesus, para nós, é o que nos mantém vivos e seguros no Chamado e na Missão, convictos de que não carregamos nada que possa agradar a Deus senão nos rendermos em obediência ao Filho Bendito, o Cordeiro de Deus que quis se reconciliar com a humanidade não levando em conta nossos equívocos e nossas transgressões [ao seu amor que ama para além de 70 vezes 7].

Combatendo todas as formas de preconceito e injustiça social, somos o Movimento Episcopaz - Episcopais Anglicanos pró-diversidade & pela paz.

Contato: episcopaz@trindademeier.org

3 de fevereiro de 2015

:: Nada de bandeiras. Pregamos a Cristo e Cristo para todas as pessoas!


O Evangelho não é neutro nem é ideológico.

O Evangelho não abre lugar para nos tornarmos neutros em relação a nada.

Uma vez que o Evangelho sejam as palavras de vida não há nada nesta vida que nos torne associados de fidelidades absolutas.  O compromisso do Evangelho é com a condição humana, tem a ver com a justiça do reino de Deus, que não cabe a sistemas ideológicos, em razão de sua relatividade.  Tornar a Mensagem do Evangelho como Missão, proclamando que Deus não faz acepção de pessoa alguma, precisa ser o compromisso para com a justiça e a verdade que se encontra na Palavra de Jesus. O cuidado é para que não se caia no “ismo”, na ideologização da Mensagem. Como fazer? Sendo coerente. Ora, o Evangelho não é uma ideologia política, embora possa ser a ideologia ética de quem quer experimentar, anunciar e se posicionar em Jesus, em quem se interpreta a sociedade, as relações e a nós mesmos, se de fato nos vemos como sendo Dele. A coerência com a Mensagem pesa quando “só” estamos anunciando para um só grupo de pessoa, esquecendo-nos de todos os demais. Aí reside a diferença para os movimentos inclusivistas (ou, como melhor seria, exclusivistas). Inclusão nada tem a ver com a “guetificação” da Missão ou da Igreja. Inclusão tem a ver com o chamado para ser alvo dos benefícios da Cruz, os quais já estão à disposição pela fé em Jesus, em Quem já alcançamos perdão, reconciliação e, portanto, temos paz com Deus.

A Rede Anglicana Pró Diversidade e Pela Paz quer continuar anunciando o Evangelho sem cair nos “ismos”, sem esquecer da causa do pobre, do desamparado, do idoso, do negro e de todos que sofrem racismo, do imigrante e do indígena, da mulher, da criança, do adolescente, do portador de deficiência, do encarcerado, do LGBT e de todo aquele que foi criado à imagem e semelhança de Deus.

A Igreja de Cristo não toma partidos, mas ela abraça a condição humana em toda sua complexa diversidade e convida a toda pessoa a desfrutar do gozo do reino preparado para os filhos e as filhas do Pai Celestial, os quais e as quais não nasceram da vontade da carne nem do sangue, sequer de suas obras de obediência ou humana justiça, da cor da epiderme, orientação sexual, etnia ou qualquer outra categoria que nos distinga, mas tão somente de Deus.

Assim tem sido e assim continuará sendo, pois não há mais distinção entre nós diante de Deus (homem, mulher, escravo, livre, judeu, gentio, rico, pobre, heteroafetivo, homoafetivo, etc). Metaforicamente, tal como dito por Jesus, como ramos de uma imensa Videira fomos enxertados e já podemos viver com a mesma seiva de amor que nos alimenta por igual!

Todos alcançamos tal compreensão? Ainda não. É por isso que pregamos, a tempo e fora de tempo. É por isso que convidamos a muitas outras comunidades a nos darem as mãos, pois há gente cansada e sobrecarregada das violências e das intolerâncias do cotidiano, buscando sinais que nos identifiquem como portadores da Mensagem das Boas Novas que lhes inclua também.

Por que sua comunidade ficaria de fora?

Dê-nos suas mãos e una-se fraternalmente em nossa Rede!

Naquele que nos atraiu com amor eterno, nos amou sendo nós ainda pecadores e pela sua Justiça, a Justiça do reino, nos chamou pra perto,



R. P.
Movimento Episcopaz
Rede Anglicana Pró Diversidade e Pela Paz
Igreja Episcopal Anglicana do Brasil

Rio de Janeiro, 03/02/2015 

:: Visibilidade trans: uma palavra aos cristãos



Em 29 de janeiro de 2004, ativistas transexuais participaram, no Congresso Nacional, do lançamento da primeira campanha contra a transfobia no país. A campanha “Travesti e Respeito” do Departamento DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, foi a primeira campanha nacional idealizada e pensada por ativistas transexuais para promoção do respeito e da cidadania. O Dia da Visibilidade Trans tem o objetivo de ressaltar a importância da diversidade no que se refere ao respeito por todas as pessoas Trans, representadas por travestis, transexuais e transgêneros.

Se pudéssemos dimensionar numa escala o preconceito que essas pessoas sofrem no dia a dia, numa simples ida até à padaria para comprar um pão ou entrar numa igreja para orar em silêncio, veríamos que estão no topo do grau de violência dos preconceitos existentes. 

Ainda hoje não chega ser incomum encontrar pessoas, muitas delas se dizendo cristãs, tentando justificar o injustificável dizendo que essas pessoas, NOSSOS SEMELHANTES, sofrem porque escolheram (?) ser assim. A religião vazia de amor e completamente sem significado senão para elas mesmas é tão cruel quanto um coquetel molotov em punho; é tão diabólica quanto acreditar que se alcança Favor ou Prêmio em Deus seguindo obedientemente listinhas de podes-e-não-podes e barganhando comportamentalismo com a Palavra.

Se alguém supostamente alcançou Graça por obediência já não é Graça, é troca, é escambo, é privilégio. Está desfeito o escândalo da Cruz!

O Deus de toda Graça não é manipulável!

Cale-se diante dele toda a Terra!

A Palavra, todavia, nos coloca no Caminho e nele nos mostra um caminho sobremodo excelente, onde de um lado vemos quem somos; e, de outro lado, não somos convidados a nenhum tipo de exercício de auto-punição purgatória. A marca desse Caminho de Vida acontece entre esses dois pólos e é marcado pelo amor que lança fora o medo de ser diante Dele e de todo ser que respira. 

Respeitemos. Acolhamos. Defendamos a justiça para as pessoas trans e respeitemos sua dignidade. 

A maioria das pessoas transexuais ainda está lutando por algo básico: respeito! Respeito ao direito de andar livremente pelas ruas sem ser incomodada, apontado, discriminada e humilhado. Respeito ao direito conquistado na Cruz de participar das Bodas do Cordeiro, de se alimentar do Pão Vivo que desceu do céu e de ser chamado filho e filha como qualquer outra igualmente alcançada por Sua Graça.

Há muito o que conquistar e você, como cristão, pode e deve ser um multiplicador dos benefícios da mesma Graça que um dia te alcançou, te acolheu e libertou o teu ser para ser em verdade, sem máscaras e sem medo... e o mais curioso quanto propositalmente admirável: sendo um pecador! 

Foi Graça, portanto, semeie Graça e não encarne em si mesmo a parábola do credor incompassivo (Mt 18,21-35).

Com o amor com que foi amado, ame e respeite!

R. P.
Movimento Episcopaz
29 de Janeiro | Dia da Visibilidade Trans


Imagem: Mãos da Revdª. Carla Robinson, clériga trans na Diocese de Olympia (EUA) durante a grande oração eucarística, rendendo graças a Deus. Site da Revda Carla Robinson.